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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Hospital veterinário oferece atendimento acessível em Minas Gerais

O atendimento no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), ainda não é gratuito, mas, através do sistema de residência, o trabalho é oferecido por um preço mais acessível. Somente no ano passado cerca de 10 mil atendimentos foram realizados e a expectativa é fazer mais de 12 mil este ano.

De acordo com o diretor executivo do hospital, Amado da Silva Nunes, o centro funciona de segunda à sexta. “Nós já tivemos no passado o funcionamento de domingo a domingo, mas tivemos que paralisar. Agora estamos lutando para voltar a atender todos os dias e, se possível, 24h”, disse.

O hospital atende animais de várias espécies, desenvolve pesquisas e, com 37 anos de funcionamento, vai inaugurar um centro cirúrgico voltado para equinos e animais de grande porte. Segundo o diretor, Antônio Vicente Mundim, o investimento foi de R$ 700 mil e o local terá capacidade para atender mais de uma cirurgia por dia. "Hoje a gente sempre tenta trabalhar com pesquisa aplicada, coisa que a clínica veterinária precisa no dia a dia. Com isso vamos sanando alguns pontos obscuros que os clínicos ainda têm dificuldade", explicou.

Outra novidade é o que o hospital veterinário é o primeiro do país a oferecer residência médica pelo Ministério da Educação (MEC). "Essa residência médica vai abrir mais portas no mercado de trabalho e só tem a acrescentar na nossa carreira”, comentou a residente Márcia Caroline Domingues.

A dona de casa Vânia encontrou uma cadelinha bem machucada em um lote vago e procurou o hospital veterinário da UFU. ”Minha filha entrou em contato com a Associação de Proteção Animal (APA) e nos indicaram o hospital”, contou.

O construtor Francisco Luiz de Oliveira levou o gato Mimoso para uma consulta e disse que vai pagar R$ 70 pelo atendimento. Ele não emite som. Vai miar e não sai som. “A gente tem que ver o que está acontecendo, pode ser uma gripe ou alguma coisa assim, mas só o especialista para dizer”, comentou.

A professora Olívia Resende Arruda não conhecia o atendimento do hospital e percorreu há dez dias várias clínicas a procura de atendimento para um cachorro que foi atropelado na rodovia. ”Eu estive até na delegacia para saber como proceder. Tive que parar em uma clínica particular e parcelar R$ 200 no cartão para socorrer o animal. Depois tiveram que fazer a eutanásia”, disse.

fonte: G1

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